Umbanda

📖 Glossário da Umbanda

108 termos — clique numa matriz para filtrar ou busque pelo termo.

Abebé

Leque ritual (espelho circular) de Iemanjá e Oxum. Termo yorùbá.

Ver:Iemanja, Oxum

Acarajé

Bolinho de feijão-fradinho frito em azeite de dendê; oferenda de Iansã/Oxum em algumas tradições. Do yorùbá akará (bolo de feijão) + je (comer).

Ver:Oferendas, Ebós e Firmezas

Adjá

Sino ritual de metal (cobre ou latão) usado para chamar entidades e saudar Orixás. Yorùbá.

Ver:Elementos Rituais

Afoxé

Instrumento de percussão (chocalho de cabaça trançada com contas); também nome de blocos carnavalescos de matriz afro. Yorùbá.

Ver:Elementos Rituais

Agogô

Par de sinos de ferro percutidos com varetas; instrumento de percussão ritual. Yorùbá agogo (sino, relógio).

Ver:Elementos Rituais

Alguidar

Recipiente raso (barro, louça ou metal) para oferendas e assentamentos. Português de origem árabe (al-guedār).

Ver:Oferendas, Ebós e Firmezas

Amaci

Banho ritual de ervas com procedimento específico de preparo e consagração; diferente de banho simples de ervas. Possivelmente do yorùbá amàsì.

Ver:Amaci e Abô

Apô / Aborô

Termo que designa o lado masculino em algumas classificações de Orixás (em oposição a Iabá). Yorùbá.

Arô

Saudação ritual (ex.: "Okê Arô!" para Oxóssi). Yorùbá àrò (reflexão, contemplação).

Ver:Oxossi

Assentamento

Fundamento material de um Orixá ou entidade (pedras, metais, ervas, elementos consagrados) guardado no terreiro. Termo brasileiro.

Ver:Espaço Sagrado

Atabaque

Tambor ritual de pele (rum = grave/mestre; rumpi = médio; lé = agudo); instrumento central da gira. Possivelmente do árabe at-tabl via português.

Ver:Elementos Rituais

Awo

— Do yorùbá àwọ (segredo, mistério); sacerdote iniciado nos segredos de Ifá. Não usado diretamente na Umbanda, mas relevante para entender a herança yorùbá.

Axé

— Do yorùbá àṣẹ (poder, autoridade, potência de realização). Na Umbanda: força vital sagrada, capacidade de realização transmitida por relações, natureza e ritual. Não é "energia" no sentido físico.

Ver:Axé

Babalorixá

Pai de Santo; dirigente masculino do terreiro. Do yorùbá bàbá (pai) + Òrìṣà (Orixá).

Ver:Hierarquia

Baiano

Entidade da linha nordestina (alegria, força, resiliência, descarrego). Arquétipo da cultura popular brasileira.

Ver:Baianos

Banho de ervas

Preparação ritual com ervas e água para limpeza, equilíbrio ou finalidade específica. Diferente de amaci.

Ver:Ervas e Banhos

Boiadeiro

Entidade da linha dos trabalhadores do campo e da estrada (laço, chapéu, condução de gado).

Ver:Boiadeiros

Caboclo

Entidade da linha da mata (guerreiro, caçador, curador, conhecimento). Termo brasileiro (mestiço indígena/europeu); no contexto umbandista representa o arquétipo do habitante original das matas.

Ver:Caboclos

Calunga

— Do kimbundu kalunga (limite, fronteira entre vivos e mortos, o mar). Calunga Pequena = cemitério; Calunga Grande = mar.

Ver:Encruzilhada e Calunga

Cambono

Auxiliar do médium durante a gira; organiza materiais, auxilia comunicação, cuida da manifestação.

Ver:Hierarquia

Candomblé

Conjunto de tradições afro-brasileiras com nações e sistemas litúrgicos próprios (Ketu/yorùbá, Angola/bantu, Jeje/fon). Religião distinta da Umbanda.

Ver:Comparação entre Religiões

Caridade

Princípio ético central da Umbanda (ajuda, orientação, serviço); influência espírita.

Ver:Caridade

Catimbó

Tradição religiosa do Nordeste brasileiro com uso da Jurema Sagrada; um dos cultos precursores da Umbanda.

Ver:Cultos Precursores

Cavalo

Termo coloquial para o médium incorporante (o médium é "cavalo" da entidade). Uso coloquial; preferir "médium incorporante".

Cigano / Cigana

Entidade da linha das estradas, do comércio e das artes divinatórias. Arquétipo da cultura popular europeia adaptado à Umbanda brasileira.

Ver:Ciganos

Congá / Gongá

Altar central do terreiro; espaço onde ficam imagens de Orixás, velas, flores e símbolos. Possivelmente do kimbundu ngonga (altar, lugar sagrado).

Ver:Espaço Sagrado

Corrente mediúnica

Grupo de médiuns trabalhando em conjunto formando um campo espiritual coletivo. Influência espírita.

Ver:Mundo Espiritual

Cosme e Damião

Santos católicos gêmeos sincretizados com Ibeji/Erês; festa em 27 de setembro.

Ver:Ibeji Ere

Curiador

Bebida ritualística oferecida a uma entidade (cachaça, vinho, cerveja, conforme a entidade).

Ver:Fumo e Curiadores

Defumação

Queima de ervas e/ou resinas para limpeza, preparação e proteção do espaço e das pessoas.

Ver:Defumação

Dendê

Azeite de dendê (palma Elaeis guineensis); usado em comidas rituais e unções. Do yorùbá ẹ̀pà ou do português "dendê" (de origem africana).

Ver:Oferendas, Ebós e Firmezas

Desobsessão

Trabalho ritual de libertação de influências espirituais negativas sobre uma pessoa. Influência espírita.

Ver:Desobsessão

Despacho

Termo historicamente carregado; refere-se ao encerramento e envio de oferendas. Não significa necessariamente "mal".

Ver:Oferendas, Ebós e Firmezas

Ebó

— Do yorùbá ẹbọ (sacrifício, oferenda de equilíbrio). Trabalho ritual de equilíbrio, limpeza ou transformação. Não é apenas "dar comida ao Orixá".

Ver:Oferendas, Ebós e Firmezas

Egum / Egungun

— Do yorùbá egúngún (ancestral, espírito dos mortos). Na cosmologia yorùbá, culto separado dos Orixás. Na Umbanda, o termo aparece especialmente na relação de Iansã com os ancestrais.

Ver:Iansa

Elegbá / Eleguá

— Nome de Exu no sistema lucumí (Cuba) e em algumas tradições do Candomblé. Do yorùbá Èlégbára (senhor da força).

Ver:Exu

Encruzilhada

Ponto de força de Exu e Pombagira; espaço de escolha, encontro, passagem e limiar.

Ver:Encruzilhada e Calunga

Entidade

Espírito que trabalha na Umbanda (Caboclo, Preto-Velho, Exu, Pombagira, etc.). Entidade ≠ Orixá.

Ver:Orixá × Entidade

Erê

Entidade criança (alegria, pureza simbólica, renovação). Erê ≠ Ibeji (conceitos relacionados, não intercambiáveis). Do yorùbá erẹ (brincadeira).

Ver:Eres Criancas

Eruexim

Rabo-de-cavalo ritual, símbolo de Iansã. Do yorùbá irukẹrẹ (espanta-moscas de rabo de cavalo).

Ver:Iansa

Espiritismo

Doutrina de Allan Kardec (reencarnação, evolução, caridade, mediunidade). Influência importante em vertentes da Umbanda. Espiritismo ≠ Umbanda.

Ver:Comparação entre Religiões

Ewê

— Do yorùbá ewé (folha, erva). Termo ligado a Ossaim, o Orixá das folhas. A saudação "Ewê Ô!" é usada para Ossaim.

Exu (entidade)

Categoria de entidade da Esquerda (guardião, caminhos, proteção, limites).

Ver:Exu

Exu (Orixá)

— Do yorùbá Èṣù. Divindade da comunicação, movimento, caminhos e mediação. Exu Orixá ≠ Exu entidade ≠ diabo.

Ver:Exu

Exu Mirim

Categoria própria da Esquerda (movimento, quebra, irreverência). Não é "Exu criança" — é categoria própria.

Ver:Exus Mirins

Falange

Agrupamento espiritual de trabalho sob determinada vibração/nome. Falange ≠ entidade única; ≠ linha.

Ver:Falanges

Firmeza

Estrutura ritual para sustentar o campo de trabalho (vela, elementos, símbolos, imagens). Não é sinônimo de oferenda.

Ver:Oferendas, Ebós e Firmezas

Fon

Povo do Daomé (atual Benin); matriz da nação Jeje. Os voduns fon correspondem funcionalmente aos Orixás yorùbá.

Fumo

Charuto, cigarro ou cachimbo usado ritualisticamente por Exus, Pombagiras, Baianos, Boiadeiros e outros.

Ver:Fumo e Curiadores

Gira

Ritual coletivo principal da Umbanda (abertura, pontos, incorporação, atendimento, encerramento). Do kimbundu njira (caminho) ou do português "girar".

Ver:A Gira

Guia

Dois sentidos: (1) entidade espiritual que orienta e trabalha com o médium; (2) colar ritual de contas.

Ver:Mundo Espiritual

Iabá / Iabás

— Do yorùbá ìyá (mãe) + Òrìṣà; Orixás femininos (Iemanjá, Oxum, Iansã, Nanã, Obá, Ewá).

Ibeji

— Do yorùbá Ìbejì (gêmeos divinos). Orixá dos gêmeos, da alegria e da dualidade. Ibeji ≠ Erê (conceitos relacionados, não intercambiáveis).

Ver:Ibeji Ere

Ifá

— Do yorùbá Ifá. Sistema divinatório yorùbá presidido por Orunmilá. Na Umbanda, aparece como referência na abertura de obrigações e em algumas cosmologias.

Ver:As Primeiras Tendas

Ijexá

Ritmo de atabaque associado a Oxum e a outros Orixás das águas; originário da cidade yorùbá de Ijexá.

Incorporação

Manifestação de uma entidade através do médium durante a gira. Experiência subjetiva religiosa — não afirmação científica.

Ver:Incorporação

Inquice / Nkisi

— Do kimbundu nkisi (força da natureza, espírito, medicamento sagrado). Equivalente funcional do Orixá nas tradições bantu. Presente no Candomblé Angola e em correntes de Umbanda de influência bantu.

Itan

— Do yorùbá ìtàn (história, conto, narrativa). Mito dos Orixás.

Ver:Itans

Jeje

Nação do Candomblé de origem fon/ewe (Daomé/Benin); divindades chamadas voduns. O Legba jeje equivale funcionalmente ao Exu yorùbá.

Jurema

Planta (Mimosa tenuiflora), bebida ritual, tradição própria (Jurema Sagrada, Catimbó-Jurema), entidade e linha. Forte no Nordeste.

Ver:Jurema

Kimbundu

Língua bantu falada em Angola (região de Luanda e arredores); matriz linguística de muitos termos da Umbanda e do Candomblé Angola. Exemplos: calunga, quimbanda, gira (possível origem), zambi.

Legba

— Vodum fon da encruzilhada, dos caminhos e da comunicação. Equivalente funcional do Exu yorùbá no sistema jeje. Presente no Vodu haitiano como Papa Legba.

Linha

Campo de trabalho espiritual de grande amplitude. Dois usos: (1) linha de Orixá (vibração); (2) linha de entidades. Linha ≠ Falange.

Ver:As Sete Linhas

Macumba

Termo histórico e polissêmico: (1) instrumento musical de origem bantu; (2) prática religiosa afro-brasileira genericamente; (3) uso pejorativo. Evitar uso genérico.

Ver:Cultos Precursores

Mãe/Pai de Santo

Dirigente do terreiro (formação ritual, organização, preservação, liderança espiritual). Ialorixá (mãe) / babalorixá (pai) em yorùbá.

Ver:Hierarquia

Malandro

Entidade da rua e do jogo (inteligência, jogo de cintura, sobrevivência urbana). Zé Pelintra é o malandro mais famoso.

Ver:Malandros

Marinheiro

Entidade das águas e dos mares (viagem, liberdade, aventura). Linha associada a Iemanjá.

Ver:Marinheiros

Médium

Pessoa que serve de intermediária entre o mundo espiritual e o material na prática umbandista. Termo espírita.

Ver:`mediunidade`

Nanã / Nanã Buruku

— Do yorùbá Nàná Búrúkú. Orixá da ancestralidade, das águas lodosas e paradas, da sabedoria do tempo.

Ver:Nana

Nkisi / Inquice

Ver Inquice.

Obaluaê / Omolu

— Do yorùbá Obaluàiyé (rei da terra/do mundo) / Ọmọlú (filho do senhor). Orixá da cura, da doença e da transformação.

Ver:Obaluae Omolu

Ogan

Sacerdote auxiliar sem incorporação (toca atabaque, canta, sustenta a gira). Do yorùbá ògán.

Ver:Hierarquia

Ogó

— Do yorùbá ògó (bastão, falo). Símbolo/arma ritual de Exu.

Ver:Exu

Olodumare / Olorum

— Do yorùbá Olódùmarè (dono do destino) / Olọrun (dono do céu). Princípio supremo, Deus na cosmologia yorùbá. Não possui forma, não incorpora.

Ver:Olorum e Axé

Orixá

— Do yorùbá Òrìṣà (divindade, potência sagrada, força da natureza). Na Umbanda: categoria cosmológica, não espírito desencarnado. Orixá ≠ Entidade.

Ver:Orixá × Entidade

Orunmilá / Ifá

— Do yorùbá Ọrúnmìlà. Orixá do destino e do conhecimento; dono do sistema de adivinhação de Ifá. Aparece na abertura de obrigações em algumas casas.

Ossaim / Osain

— Do yorùbá Ọṣanyìn. Orixá das folhas, das ervas, da cura vegetal e do conhecimento da floresta. A saudação é "Ewê Ô!".

Ver:Ossaim

Oxalá

— Do yorùbá Òṣálá (Òṣàlúfọ̀n / Òṣàgiyán). Orixá da criação, da fé e da paz.

Ver:Oxala

Oxossi / Oxóssi

— Do yorùbá Ọṣọ́ọ̀sì. Orixá da caça, da mata, do conhecimento e da prosperidade.

Ver:Oxossi

Oxum

— Do yorùbá Ọ̀ṣun. Orixá das águas doces, do amor, da fertilidade e da diplomacia.

Ver:Oxum

Oxumarê

— Do yorùbá Ọṣùmàrè. Orixá dos ciclos, da renovação e do arco-íris (a serpente que une céu e terra).

Ver:Oxumare

Oyá

— Do yorùbá Ọ̀yá (a rainha do Rio Niger). Nome africano de Iansã.

Ver:Iansa

Passe

Transmissão/aplicação de axé pelo médium ao assistido (cura energética ritual). Influência espírita.

Ver:A Gira

Patuá / Breve

Amuleto ou objeto de proteção preparado com elementos rituais.

Ver:Patuás e Breves

Pemba

Giz ritual de calcário (branco ou colorido) usado para riscar pontos no chão. Possivelmente do kimbundu pemba (giz, argila branca sagrada).

Ver:Pontos Riscados e Pemba

Pombagira

Entidade feminina da Esquerda (autonomia, relações, poder, transformação). Pombagira ≠ "mulher sedutora" ≠ demônio. Provável de pomba gira (aquela que gira como pomba) — origem debatida.

Ver:Pombagiras

Ponto cantado

Canto ritual (saudação, chamada, trabalho, encerramento).

Ver:Pontos Cantados

Ponto riscado

Desenho ritual traçado com pemba no chão (identidade, proteção, trabalho).

Ver:Pontos Riscados e Pemba

Preto-Velho / Pretos-Velhos

Entidade ancestral (sabedoria, humildade, paciência, cura, caridade). Arquétipo do negro velho sábio.

Ver:Pretos Velhos

Quimbanda

(1) Tradição afro-brasileira com foco no trabalho com Exus e Pombagiras; sistema autônomo no Sul do Brasil e Cone Sul. (2) Historicamente: termo pejorativo para práticas "mágicas negras". Quimbanda ≠ Umbanda. Do kimbundu ki-mbanda (curandeiro, adivinho).

Ver:Comparação entre Religiões

Reencarnação

Crença em vidas sucessivas; influência espírita forte em algumas vertentes. Não universal em toda a Umbanda.

Ver:Reencarnação e Evolução

Rum

Atabaque grave (mestre); conduz a gira, faz chamadas especiais. Do yorùbá ou do bantu — origem debatida.

Saudação

Cumprimento ritual a Orixá ou entidade (ex.: "Ogunhê!", "Okê Arô!", "Odoyá!", "Laroiê!", "Salubá!"). Ver páginas individuais dos Orixás.

Sincretismo

Processo histórico de associação entre Orixás e santos católicos. Sincretismo ≠ identidade.

Ver:O que é Sincretismo

Tambor de Mina

Tradição afro-brasileira do Maranhão e Pará; voduns da nação Jeje (fon/ewe). Um dos cultos precursores da Umbanda.

Ver:Cultos Precursores

Tronqueira

Espaço/altar da Esquerda no terreiro; ponto de Exu, guardiões.

Ver:Espaço Sagrado

Umbanda

Religião brasileira (início séc. XX) formada por matrizes africana, indígena, católica, espírita e cultura popular. Não é "Candomblé + Kardecismo + Catolicismo". Etimologia debatida: kimbundu mbanda (arte de curar / curandeiro) é a hipótese mais aceita.

Ver:O que é Umbanda, Etimologia

Vela

Elemento ritual (luz, fé, intenção, presença do sagrado). Cor varia por tradição/casa. Não "controla" o Orixá.

Ver:Velas e Cores

Vibração

Linguagem religiosa de correspondência espiritual (não frequência física). Influência espírita.

Ver:Vibrações e Irradiação

Vodun

— Do fon vodun (espírito, divindade). Divindades da nação Jeje (Candomblé). Equivalente funcional do Orixá yorùbá. Presente no Vodu haitiano e no Vodu americano.

Xangô

— Do yorùbá Ṣàngó. Orixá da justiça, do trovão, das pedreiras e do fogo.

Ver:Xango

Xaxará

— Do yorùbá ṣàṣàrà (vassoura de palha). Símbolo ritual de Obaluaê/Omolu.

Ver:Obaluae Omolu

Xirê

— Do yorùbá ṣìrẹ̀ (brincar, festejar). Sequência de cantos e danças para Orixás no Candomblé; usado em algumas Umbandas.

Yemọja / Iemanjá

— Do yorùbá Yèyé Ọmọ Ẹjà (mãe cujos filhos são como peixes). Orixá do mar, da maternidade, da proteção.

Ver:Iemanja

Yorùbá

Povo e língua da Nigéria e Benin ocidental; maior matriz africana da Umbanda e do Candomblé Ketu. Dos yorùbá vieram: Orixá, Exu, Ogum, Oxóssi, Xangô, Iansã, Iemanjá, Oxum, Obaluaê, Nanã, Ossaim, Oxumarê, Logun-Edé, Ewá, Obá, Ibeji.

Zambi / Nzambi

— Do kimbundu nzambi (Deus supremo, força criadora). Nome bantu para o princípio divino supremo; equivale a Olorum na tradição yorùbá.

Ver:Olorum e Axé